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Cactos mais raros do mundo

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Cactos mais raros do mundo

Os cactos mais raros do mundo são difíceis de encontrar e muitos estão ameaçados de extinção. Apesar disso são plantas antigas, originários nas Américas, desde o Canadá até a Patagônia, como também no Caribe. Possuem expectativa de vida elevada, podendo sobreviver mais de 200 anos. Chamam atenção pela sua forma rústica e a beleza de suas flores, quando nascem.

cactos mais raros do mundo
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Cactos mais raros do mundo e suas características

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– Ariocarpus retusus

Planta originária do Texas e do México, sem talo e com tubérculos baixos, não tem espinhos e as folhas ficam dispostas em forma de roseta. São plantas pequenas em média alcançam um diâmetro de 15 cm

– Astrophytum asterias

Planta originária dos Estados unidos é da família Cactaceae e do gênero astrophytum. Seu ciclo de vida é perene. Sua estrutura é baixa, sendo que sua flor amarela é muito bonita. Atinge no máximo 15 cm. Alguns lugares o chamam de cacto estrela. Tem 4 subespécies.

– Aztekium hintonii

É uma planta da espécie Archaeplastida. Formada por três espécies. Elas tem forma de globo e são Nativos também do México. Ele cresce na natureza em rochedos íngremes, com solo de calcário.

As plantas são retorcidas na natureza, e podem ser cultivadas domesticamente. Tem crescimento e desenvolvimento lento, mas são muito bonitos.

– Cephalocereus senilis

É popularmente conhecido como cacto cabeça de velho. Sua aparência é  curiosa, e ele é robusto e atinge grandes proporções( até 15m). É um cacto de formado por uma única coluna, reta, não tem ramificações, e pode chegar a 15 metros de altura.

– Copiapoa dealbata

É uma planta bem espinhosa, seu crescimento é lento e sua beleza vem das flores. Vivem em regiões áridas, e está ameaçado de extinção pelo comércio ilegal da espécie.

cactos mais raros do mundo
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– Ferocactus glaucescens

São cactos grandes, nativos do México e do sudoeste dos Estados Unidos. Também conhecido como Cacto de Barril Azul. Crescem pouco na altura, em torno de 40 cm. Têm espinhos em toda sua lateral que são amarelos. As flores são amarelas e aparecem em cima da planta, normalmente entre a primavera e o fim do verão.

– Melocactus bahiensis

Conhecida como coroa de frade. É um cacto da Caatinga. Tem espinhos variados em tamanhos e espessuras. Suas flores tem tons rosa e vermelho. Ele dá um fruto cor-de-rosa e que possui o formato de uma amêndoa.

– Leuchtenbergia principis

É nativo do norte-centro do México. Conhecido como Cactos agave. Tem uma única espécie. Sua raiz é grossa e seu caule é curto. Atinge 50 cm de altura. Os seus tubérculos são longos. A haste é flexível e tem pelos grossos. Produzem flores grandes e atraentes amarelas com tons avermelhados.

– Echinocactus grusonii ou Cato Bola-de-Ouro

É uma planta conhecida, espécie de cacto nativo do México. É popularmente conhecido como Cacto Barril Dourado, Bola de Ouro ou Cadeira de Sogra. Tem espinhos são longos e amarelados em toda a lateral. Produz flores grandes de cor amarela. Crescendo como um globo, pode chegar a um metro de altura, com o tempo. Apesar de ser populares no cultivo, é raro e considerado em risco de extinção.

Cactos mais raros do mundo – espécie San Pedro (Echinopsis pachanoi)

Espécie de cactos rara, podemos citar, por exemplo, que é encontrado somente no México. Trata-se de uma espécie de cacto que pode chegar a atingir dois metros de altura.

Este belíssimo e imponente cacto colunar, de aspecto minimalista, tem uma importância que vai muito além da questão ornamental.

O cacto San Pedro, também conhecido como cacto São Pedro ou wachuma, é tradicionalmente consumido com fins medicinais, há milhares de anos, em diversas culturas, principalmente no continente sul americano. Porém seu cultivo e uso é proibido em diversos países.

Além disso, em alguns países, o cacto San Pedro tem um papel religioso, sendo considerado sagrado.

Os cactos sagrados, como o Echinopsis pachanoi, ou Trichocereus pachanoi, são assim conhecidos por produzirem substâncias com propriedades alucinógenas, do tipo alcaloides, dentre os quais a mais conhecida é a mescalina.

 

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